Conheça previsões de segurança para 2020



A lógica que movimenta o desenvolvimento dos sistemas de segurança é, de certa forma, bastante simples. De um lado, hackers se empenham para aprimorar ciberataques e, de outro, as empresas de segurança se esforçam para desenvolver ferramentas mais eficientes e capazes de conter as vulnerabilidades que podem comprometer dados. Pensando na lógica do antídoto e veneno, chega a ser curioso pensar no futuro da segurança. Mas foi justamente refletindo sobre as taxas de falhas e a variedade dos tipos de ataques que a Garter Inc. realizou uma pesquisa para identificar as principais tendências da segurança até 2020. Parte dessa pesquisa, compartilhamos com vocês! Vamos a elas?

– Até 2020, 99% das vulnerabilidades exploradas continuarão a ser as mesmas já conhecidas por profissionais de segurança e TI. As empresas devem manter o foco em reparar as vulnerabilidades que já conhecem de seus sistemas, do que propriamente investir em novos sistemas ou ferramentas.

– Até 2020, 1/3 dos ataques bem sucedidos já terão recursos de combate que poderão ser aplicados inclusive por ShadowIT.

– Em 2018, cerca de 20% das organizações irá desenvolver programas de governança para a segurança de dados, visando a necessidade de prevenir violações realizadas em nuvens públicas.

– Em 2020, 80% dos novos negócios que visam promover segurança de acesso baseados na nuvem terão como recursos o firewall de rede, gateway de web segura (SWG) e firewall de aplicação web plataformas (WAF). Embora as preocupações sobre a migração de clientes para a nuvem existam, as empresas devem avaliar o roteiro para a implantação de aplicativos e decidir se o investimento segurança de acesso é justificada.

– Devido à introdução de tecnologias de reconhecimento, em 2019, a tendência é que o uso de senhas e tokens caia 55% para dispositivos que apresentem médio risco. Embora as senhas sejam muito habitais em práticas de negócios, as empresas devem buscar produtos que se concentram no desenvolvimento de um ambiente de confiança contínua com boa experiência do usuário.

– Até 2019, mais de 50% dos dispositivos utilizados na Internet das Coisas não serão capazes de enfrentar as ameaças de práticas de autenticação, que já são fracas hoje.

– Em 2020, mais de 25% dos ataques empresariais envolverá a Internet das Coisas, que será responsáveis por apenas 10% dos orçamentos de segurança de TI. Como a utilização da Internet das Coisas é crescente, os fornecedores deverão oferecer usabilidade sobre segurança. A tendência é que as empresas invistam em segurança para a Internet das Coisas da mesma maneira, como forma de evitar riscos.

Para chegar em 2020 preparado, porém, uma coisa ultrapassa a previsão: é necessário ter conhecimento das vulnerabilidades da sua empresa hoje, para então começar a buscar as ferramentas mais corretas desde já.

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