Sua estratégia de gestão de incidentes está preparada para o futuro?



Boa parte das empresas já dispõe de algum nível de detecção de ameaças, bem como, é capaz de responder aos incidentes de maneira geral. Porém, poucas contam com uma estratégia de ação pró ativa, evitando que os ataques e invasões cheguem a de fato acontecer.

Com a evolução e o consequente aumento dos ciberataques, a tendência é que a resposta a incidentes se torne cada vez mais ineficiente, abrindo espaços para as vulnerabilidades do sistema. Por isso, é fundamental que a empresa esteja focada em ações visando não apenas a proteção, mas também o futuro de seus ativos digitais.

Muitos serviços de detecção e resposta a incidentes já estão evoluindo para ajudar que as empresas consigam ter uma postura mais pró-ativa. Porém, para viabilizar de forma consistente e segura a gestão de incidentes, é preciso apostar em algumas estratégias. Confira!

Você conhece as consequências de um ataque para cada um de seus dados?

Muitas empresas lidam hoje com o excesso de alertas, o que acaba impedindo que a resposta aos incidentes seja algo 100% efetivo. Não raras vezes, o controle acaba falhando e abrindo espaço para que os invasores entrem. Para evitar situações como esta, tentar aumentar o número de respostas não é a decisão mais inteligente, afinal, os ataques tendem a crescer tanto quanto.

Por isso, uma das melhores estratégias é mapear o nível de segurança de cada um dos ativos e protegê-los de acordo com as consequências que um ataque pode causar. Isso faz com que a segurança da informação se torne um processo de blindagem interior, protegendo os principais dados sem se preocupar em gastar tanta energia com apenas respostas.

Realizar um risk assessment é o primeiro passo para quem deseja fazer esse mapeamento de seus ativo e determinar proteções específicas e customizadas para o que os dados e informações que efetivamente precisam de mais proteção.

Armazene, gerencie e analise os dados para aprimorar respostas reais

Boa parte das empresas conta com softwares de SIEM simples, que tem com uma boa capacidade de identificar ataques e invasões imediatas, ou seja, em tempo real. Porém, o problema consiste nos ataques silenciosos, onde há semanas um malware se encontra escondido. Para uma gestão de incidentes do futuro , é preciso considerar a forma de armazenamento, gerenciamento e monitoramento de diversos tipos de dados, em diferentes períodos, oferecendo uma visão mais completa sobre o essas modalidades de ataques incubados no sistema.

Busque insights

Em um sistema de gestão de incidentes do futuro, é preciso mais do que encontrar os invasores. É necessário acompanhara atuação do ataque, para depois desenvolver uma estratégia de resposta de forma mais objetiva e efetiva contra aquilo que são chamadas as reais ameaças Esses “insights” são fundamentais para transformar a gestão de incidentes em uma estratégia dinâmica e simultaneamente efetiva.

Mensurar

Outra questão que deve ser considerada para o futuro são as métricas, já que medir é a forma de orientar as ações e mensurar o sucesso de uma determinada estratégia. Métricas são um fator determinante para se investir ou não em determinado tipo de ação.

As métricas também auxiliam evitar o desperdício de tempo e de recursos que podem ser valiosos. É preciso contar com a certeza de que se esta focado nos ataques mais importantes e nas ameaças realmente graves, para evitar a violação e as invasões. Porém, para isso, é necessário medir com consistência, avaliando a performance da segurança da informação. de forma objetiva.

Treinamentos e habilidades

Por fim, outro aspecto que deve ser enfocado é o desenvolvimento e a integração de habilidades dentro das equipes que atuam ativamente na segurança da informação para que se tornem replicadores da metodologia dentro de empresas. Os colaboradores ainda são a grande porta de entrada para os ataques, por isso é fundamental contar com uma equipe que saiba não apenas reagir aos ataques, mas que também atue como multiplicadora de uma cultura de segurança da informação.

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