Tendências que vão impactar a segurança da computação na nuvem



Sabia que cerca de 64% das empresas consideram a infraestrutura na nuvem uma alternativa mais segura aos sistemas legados? A informação é de uma pesquisa da Clutch, uma empresa de tecnologia americana com sede em Washington, que entrevistou profissionais de TI de médias e grandes empresas nos Estados Unidos. O estudo revela que mais de 90% dos negócios americanos já usam computação na nuvem.

No Brasil, um estudo da BSA divulgado no último ano classificou o país em 22º lugar (em um ranking com 24 países) na avaliação de políticas relacionadas à computação em nuvem de cada. O país, no entanto, progrediu em pontuação, passando de 44,1 para 48,5 pontos. Os principais avanços brasileiros foram nas áreas de segurança, infraestrutura e liberdade na internet.

Em 2019, a tendência é que o país continue avançando na segurança da computação na nuvem para garantir que os negócios tirem proveito dessa tecnologia sem colocar em risco informações e processos de negócio críticos. Continue acompanhando o post e descubra mais tendências que vão impactar a segurança da computação na nuvem em 2019:

Múltiplos inquilinos (multi-tenancy)

Segundo o Gartner, o modelo de múltiplos inquilinos, em que empresas compartilham espaço com seus clientes, oferece flexibilidade limitada em termos de serviços, pois a falta de controle físico por parte das empresas é uma grande preocupação.

Segundo o instituto de pesquisa, 38% das empresas que não planejam usar uma nuvem pública citaram a segurança e a privacidade como a principal razão para isso. Há também as empresas que estão usando essa preocupação como uma “desculpa” para não abrirem mão dos dados e forçarem uma grande mudança no modo como operam.

No entanto, não há mais como frear o progresso da nuvem, especialmente por causa de suas múltiplas vantagens, como redução dos custos com hardware, mais escalabilidade e, principalmente, redução no tempo de lançamento de novos serviços e produtos.

A tendência, portanto, é que vejamos um aumento no modelo de computação na nuvem híbrido, algo que pode dar às empresas um pouco mais de confiança na exploração do modelo de nuvem pública.

Virtualização

A virtualização da TI provoca uma série de mudanças no ambiente tecnológico, especialmente na gestão de vulnerabilidades e nos processos de remediação e aplicação de patches, que precisam se adequar à computação na nuvem.

Além de as ferramentas usadas para gerenciar máquinas virtuais serem diferentes das usadas no ambiente “tradicional”, um ambiente virtualizado é mais complexo, dinâmico e distribuído, o que significa que não há nenhuma indicação física de segurança, como alertas visuais e sonoros.

Software-as-a-Service (SaaS)

Aplicações de SaaS oferecem um nível maior de segurança e controle, no entanto, os usuários ainda têm pouco controle sobre esse tipo de ferramenta, que oferece o mínimo de transparência e poucas possibilidades de personalização. Muitas empresas contam com, no mínimo, 200 aplicações desse tipo em um ambiente de computação na nuvem.

Neste cenário, os líderes de TI terão de investir em uma estratégia de priorização de riscos para usar aplicações de SaaS de maneira segura.

A KSecurity conta com parcerias com os principais fabricantes de soluções de segurança do mundo e oferece um serviço de consultoria 360º capaz de identificar quais são as melhores opções para cada negócio.

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