O impacto de uma violação de dados corporativos na sua imagem



Cada vez mais empresas estão preocupadas com os danos de reputação causados pelas violações de dados corporativos. Segundo mostra um estudo do Instituto Ponemon, a maior preocupação é com os danos à imagem causados pelas falhas na gestão de riscos.

A pesquisa The Imperative to Raise Enterprise Risk Intelligence ouviu a opinião de 641 indivíduos envolvidos em programas de gestão de riscos em suas empresas. Uma das principais descobertas da pesquisa é que 63% dos entrevistados se preocupam com os danos à imagem resultados de uma gestão de riscos ruim.

Em 2013, uma violação de dados corporativos na rede varejista americana Target causou o roubo de mais de 40 milhões de registros de cartões de crédito. No ano seguinte, a Sony Pictures Entertainment sofreu um ataque que resultou no vazamento de uma série de informações sensíveis. No último ano, tivemos o ataque ao escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca, que expôs detalhes de transações de empresários de todo o mundo.

Isso mostra que as violações de dados corporativos estão se tornando notícias diárias, e que as empresas precisam desenvolver seu nível de conscientização para garantir mais segurança a seus ativos, diante de um cenário em que os ataques são cada vez mais alardeados pela mídia.

Felizmente, hoje os diretores e executivos estão muito mais conscientes dos riscos de um ataque cibernético, especialmente com o impacto das violações de dados no valor das ações, que é diretamente influenciado pela reputação da empresa. Com isso, as empresas enfrentam o desafio de prever a probabilidade e o potencial

impacto das violações de dados corporativos.

Violações de dados corporativos afetam a confiança do cliente

Uma violação de dados corporativos é um desastre não apenas para a área de segurança da informação, mas também para o departamento financeiro e o de relações públicas. As empresas geralmente acabam detectando o ataque tarde demais, quando os danos já são capazes de afetar dramaticamente a disponibilidade de serviços.

Uma pesquisa feita no último ano pela empresa britânica de prevenção de fraudes Semafone mostrou que a maioria das pessoas não faria negócios com uma empresa que sofreu uma violação de dados corporativos, especialmente se a organização falhou na proteção dos dados de cartões de crédito dos clientes.

De acordo com o estudo da OnePoll, mais de 86% dos entrevistados disseram que provavelmente não fariam negócio com uma empresa que sofreu uma violação de dados envolvendo dados de cartão de crédito ou de débito – a porcentagem era um pouco menor se o vazamento envolvesse apenas endereços residenciais, e-mails e números de telefone.

As vendas da Target, por exemplo, caíram 46% no quarto trimestre de 2013, mostrando um dano significativo causado pela violação de dados nos níveis de lealdade do cliente.

Proteja-se com uma abordagem proativa

Logo após o ataque, a Target teve de gastar US$ 100 milhões em medidas de segurança pós-ataque, além de também ter tido de pagar empresas de cartão de crédito e perdido US$ 236 milhões em custos relacionados à violação de dados corporativos.

As empresas podem minimizar o impacto de uma violação garantindo que haja um plano de resposta a incidentes e um plano de gerenciamento de crise, com media training para todos os porta-vozes da empresa.

É essencial que, antes de uma violação de dados, as empresas tenham processos bem definidos para garantir que, ao menor sinal de um ataque, seja possível comunicá-lo o mais rápido possível.

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