Como uma arquitetura de segurança adaptativa beneficia o negócio



A arquitetura de segurança adaptativa, apontada pela consultoria Gartner como uma das 10 mais importantes tendências em estratégia tecnológica para 2018, atende a demandas de segurança cada vez mais complexas, geradas por uma malha digital inteligente. Segundo o analista David Cearley, “monitorar o comportamento do usuário e da entidade é uma competência crítica e necessária em cenários de IoT (Internet of Things – Internet das Coisas). O perímetro de segurança da IoT é uma nova fronteira e um desafio para os profissionais de segurança, já que cria novas áreas de vulnerabilidade”.

E como a maioria das empresas, em todos os setores, está incorporando dispositivos conectados em seus processos de produção, distribuição e vendas, é preciso estar preparado para esse novo ambiente, implantando uma arquitetura de segurança adaptativa.

Garantindo a segurança da infraestrutura

A arquitetura de segurança adaptativa oferece às empresas a capacidade de assegurar a integridade de sua infraestrutura, redes e dados e, consequentemente, a capacidade de manter a sustentabilidade do negócio e a reputação da marca, entre outros benefícios.

“Para garantir uma resposta ao cenário de ameaças avançadas realmente adaptativa e baseada no risco”, diz Cearley, “o fundamento da nova geração de segurança deve ser um processo contínuo, oferecendo um monitoramento abrangente e visibilidade para que a infraestrutura seja constantemente analisada em busca de indícios de comprometimento.

“Esse monitoramento deve englobar o maior número possível de camadas de TI, incluindo atividade de rede, endpoints, interações nos sistemas, transações nas aplicações e atividade do usuário”. Essa visibilidade deve estar disponível tanto nos dispositivos próprios quanto no de terceiros, abrangendo data centers e serviços baseados na nuvem.

Além disso, todo esse processo irá gerar uma grande quantidade de dados que, sem a correta análise, perdem seu valor. Inovadoras ferramentas de Analytics, que reúnem essas informações e também de fontes externas e de inteligência de ameaça, contextualizam e entregam insights que geram ações.

Mudando a cultura da empresa

Uma das mais valiosas lições na implantação de uma arquitetura de segurança adaptativa provavelmente está na mudança na cultura da empresa. Mais do que responder a um ataque após ele ser efetuado, as equipes passam a ter a capacidade de responder continuamente, já que assumem que sempre algo de errado pode estar acontecendo nos sistemas e, por isso, o monitoramento é contínuo.

Essa cultura de ações proativas, com um monitoramento abrangente e 24×7, é mais do que importante se levarmos em consideração como o número de ataques vem crescendo ano a ano. Para se ter uma ideia desse aumento, desde 2005, o tamanho de apenas um tipo de ataque, o DDoS (Distributed Denial of Service) cresceu 7.900%, com aumento considerável de ataques multivetor, combinando técnicas de ataques volumétricos com ataques às tabelas de protocolos internet e ataques menores, imperceptíveis, porém letais, na camada de aplicação.

Não tenha dúvida de que os hackers estão constantemente monitorando a sua rede em busca de falhas e vulnerabilidades que abram brechas a serem exploradas. Equipes responsáveis pela segurança de redes e seus parceiros devem fazer o mesmo, garantindo a todo momento que não há qualquer vetor de acesso que permita uma intrusão.


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